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dichos del Profeta

Mensaje del Profeta

  • Relató la madre de los creyentes ‘Aishah (que Allah esté complacido con él) que el Mensajero de Alá (la paz sea con él) dijo: “Quien innove en esté nuestro asunto (nuestra religión), algo ajeno al mismo, será rechazado (su obra)”. En la narración de Muslim: “Quien realice una obra, la cual no le hayamos ordenado, le será rechazada”. (Transmitido por Bujari y Muslim)

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As necessidades da Humanidade na missão do Profeta Muhammad
As necessidades da Humanidade na missão do Profeta Muhammad

Muhammad (Deus o abençoe e lhe dê paz) estabeleceu os fundamentos da tolerância entre os povos. No Alcorão, Allah revelou a Seu Profeta (Deus o abençoe e lhe dê paz) que não deve haver compulsão na aceitação da religião. Muhammad (Deus o abençoe e lhe dê paz) também esclareceu os direitos dos não-Muçulmanos que não fazem guerra contra os Muçulmanos, e garantiu a proteção de suas vidas, seus filhos, sua propriedade e honra. Mesmo em nossos dias, há cidadãos Judeus e Cristãos em muitos países Muçulmanos; bem diferente da Inquisição Espanhola, na qual Muçulmanos e outros foram exterminados em uma limpeza étnica que violou todos os princípios humanitários assentados na cultura ocidental.

Entre os maiores princípios de religião trazidos por Muhammad (Deus o abençoe e lhe dê paz), o Profeta da Piedade, é o de que aceitação do Islam, tanto por indivíduos quanto por grupos, é relegada à convicção pessoal, e que o convite a ela é baseado na sabedoria e no bom conselho, não pela compulsão por espada ou por qualquer outro meio. Isto é mencionado em muitos lugares no Alcorão e nos ensinamentos proféticos (Sunnah). Por exemplo, Allah diz no Alcorão: “Não deve haver compulsão na (aceitação da) religião. A senda reta foi distinguida da errada. Assim, quem quer que desacredite dos falsos objetos de adoração e acredite em Allah tomou para si um confiável sustentáculo, sem falhas. E Allah é Oniouvinte, Onisciente”. (2:256)

E Ele disse,

“Dize-lhes: A verdade emana do vosso Senhor; assim, pois, que creia quem desejar, e desacredite quem quiser.”

Além disso, a religião transmitida por Muhammad (Deus o abençoe e lhe dê paz) preocupa-se com não-Muçulmanos. Ela proíbe o seu assassinato fora de batalhas e na verdade indicava a integridade e a gentileza quanto a eles.

O Alcorão afirma:

“Deus nada vos proíbe, quanto àqueles que não nos combateram pela causa da religião e não vos expulsaram dos vossos lares, nem que lideis com eles com gentileza e eqüidade, porque Deus aprecia os eqüitativos.” (18:29)

E entre os maiores princípios estabelecidos pelo Islam está o respeito pelos direitos dos não-Muçulmanos, sejam eles sob a proteção de um Estado Islâmico ou fora dele, enquanto não declararem guerra contra o Islam ou os Muçulmanos. Cada um deles tem direitos que devem ser respeitados por todos os Muçulmanos da mesma forma que protegem a sim mesmos, a suas propriedades, suas mulheres e filhos. A nenhum Muçulmano é permitido transgredir contra eles de qualquer maneira. O Mensageiro de Allah (Deus o abençoe e lhe dê paz) disse,

“Aquele que mata alguém que esteja protegido por um tratado, não sentirá a fragrância do Paraíso. E de fato sua fragrância se sentirá à distância de quarenta anos (de viagem).” [1]

E ele (Deus o abençoe e lhe dê paz) disse,

“Decerto, da pessoa que transgride contra alguém que esteja protegido por um tratado ou que o humilha, que o explora ou toma dele algo contra sua vontade, eu serei oponente no Dia da Ressurreição”[2].

De fato, Muçulmanos e não-Muçulmanos são iguais diante do Juiz numa corte legal. Al Ash’ath relata:

“Houve uma disputa entre mim e um Judeu acerca de uma gleba, então eu o levei ao Profeta (Deus o abençoe e lhe dê paz), que disse, ‘Você tem evidências? ’ Eu disse, ‘Não!’ Ele disse ao Judeu ‘Faça um juramento.’ Eu disse, ‘Oh, Mensageiro de Allah (Deus o abençoe e lhe dê paz) se ele jurar, ele tomará minha propriedade.’

Naquele momento, Allah revelou o verso:

“Aqueles que negociam o pacto com Deus, e sua palavra empenhada, a vil preço, não participarão da bem-aventurança da vida futura; Deus não lhes falará, nem olhará para eles, no Dia da Ressurreição, nem tampouco os purificará, e sofrerão um doloroso castigo” [3].

Essa condição persiste em terras Muçulmanas até a atualidade. Judeus, Cristãos e seguidores de outras religiões têm vivido em terras Muçulmanas gozando de segurança, justiça e tolerância raramente encontradas em outros lugares. Em contrapartida, muitos Muçulmanos sofrem grandemente como alvos de limpeza étnica e perseguição religiosa; a mais famosa delas foi a Inquisição Espanhola. Não pouparam sequer Cristãos de outras denominações, para não mencionar Judeus e outros, que subsequentemente encontraram refúgio seguro em muitas terras Muçulmanas.

 

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[1] Narrado por Al-Bukhari

[2] Narrado por Abu Dawud.

[3] Narrado por Abu Dawud.