O Profeta da Misericórdia Site

Liga do Mundo Islâmico - Organização Mundial para Apresentar e Apoiar o Mensageiro de Deus

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Entre o combate à escravidمo na lei islâmica estل a proibiçمo de todos

os aspectos de trلfico humano, principalmente com mulheres e

crianças livres. Abu Huraira (que Deus o tenha em Sua glَria) relatou

728 Narrado por Ahmad, 2/182. Compilado também por Abu Daoud, 4519; Ibn Mája, nº 2680.

que o Profeta (Deus o abençoe e lhe dê paz) disse: “Deus disse: ‘Sou

adversلrio de três pessoas no Dia da Ressurreiçمo: o homem que deu

por Mim e entمo traiu, o homem que vendeu o livre e devorou o seu

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xPrimeiro: Sua conduta com o seu empregado:

Seu empregado, Anas (que Deus o tenha em Sua glَria) nos fala sobre

a sua misericَrdia e sua compaixمo pelos empregados.

O testemunho dos empregados sobre o seu patrمo é verdadeiro,

principalmente de um homem como Anas que o serviu durante nove

anos, transmitiu sobre ele milhares de tradiçُes. Ficava com ele como

sua sombra.

Anas Ibn Mلlik relatou que o Profeta (Deus o abençoe e lhe dê paz)

era a pessoa de melhor carلter. Um dia me enviou numa missمo.

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O Profeta (Deus o abençoe e lhe dê paz) costumava aconselhar seus

companheiros a perdoarem os servos. Abdullah Ibn شmar relatou

que um homem foi ter com o Profeta (Deus o abençoe e lhe dê

paz) e perguntou: “س Mensageiro de Deus, quantas vezes devemos

perdoar o nosso servo?” O Profeta nمo respondeu. O homem voltou a

perguntar e o Profeta nمo respondeu. Na terceira vez, ele respondeu:

“Perdoe-o setenta vezes por dia.”733

731 Narrado por Musslim, nº 2310.

732 Narrado por Ahmad, nº 355.

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Jلber Ibn Abudullah relatou que o Profeta (Deus o abençoe e lhe

dê paz) disse “Nمo se amaldiçoem. Nمo amaldiçoem seus filhos.

Nمo amaldiçoem seus servos. Nمo amaldiçoem seus bens. Tomem

734 Narrado por Musslim, Livro da Fé, capítulo “A Amizade dos Escravos” e “Expiação de quem

bate em Escravo”.735

Sunnan Abu Daoud, Livro da Ètica, nº 4154.; Ibn Mája, Livro do Casamento, Capítulo: “O

bater nas Mulheres”, nº 1974.

736 Narrado por Ahmad, nº 16550, pelo Nassá-i, 5/382, nº 9204.

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Finalmente, o mundo civilizado prestou atençمo aos deficientes.

Isso começou depois de terem sido alvo de pontos de vista

discriminatَrios, corruptos, que pregavam negligenciل-los sob a

alegaçمo de que os deficientes, como os mudos, os surdos, os cegos, os

deficientes mentais, nمo trazem nenhum benefيcio para a sociedade.

Um relatَrio publicado pela Organizaçمo Internacional do Trabalho

em 2000, estimou que o nْmero de portadores de necessidades

especiais é mais de que 610 milhُes, 400 milhُes dos quais vivem

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Se dermos uma rلpida olhada na histَria do Ocidente a respeito

dos deficientes iremos ver a Europa Antiga, como Roma e Esparta,

737 Narrado por Abu Daoud, nº 1309.

tratando-os com espalhafatosa negligência e abandono. Estes povos

deixavam os portadores de deficiência fيsica ao abandono, promoviam

a matança de bebês deficientes logo depois do nascimento ou os

deixavam no deserto como alimento das feras e das aves.

As falsas crenças e as superstiçُes eram a causa principal dessa

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(Deus o abençoe e lhe dê paz) aos Portadores de Necessidades

Especiais

Anas (que Deus o tenha em Sua glَria) relatou que uma mulher com

deficiência mental disse ao Profeta (Deus o abençoe e lhe dê paz)

que precisava falar com ele. O Profeta (Deus o abençoe e lhe dê paz)

lhe disse: “س mمe de fulano, escolhe o caminho que quiser seguir para

eu resolver o seu caso”. Ele caminhou com ela em algumas ruas até

terminar de falar a sua necessidade.”

738

Isso demonstra a sua gentileza, modéstia e paciência de servir aos

deficientes.

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Se o Islam estabeleceu o cuidado total aos deficientes e o suprimento

de suas necessidades, estabeleceu, também, a prioridade desse grupo

de usufruir de todos esses direitos. O suprir as suas necessidades

é antes do suprimento das necessidades dos sمos, o seu cuidado

é antes do cuidado aos capazes. Num incidente conhecido, que o

Profeta Mohammad (Deus o abençoe e lhe dê paz) franziu o cenho

no rosto de um cego, o companheiro, Abdullah Ibn Ummu Maktum,

que foi perguntar-lhe a respeito de questُes da religiمo. Entمo, o

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Sua misericَrdia com os deficientes também se manifestou em seu

perdمo aos ignorantes e sua tolerância para com os tolos. Na Batalha

de Uhud (Chauwal do ano 3 da Hégira/Abril de 624 d.C.) quando o

Profeta (Deus o abençoe e lhe dê paz) se dirigiu com o seu exército na

direçمo de Uhud e resolveu passar por uma plantaçمo de um hipَcrita

cego. Esse ْltimo começou insultar o Profeta (Deus o abençoe e lhe

dê paz). Pegou um punhado de terra e disse insolentemente: “Por

Deus, seu soubesse que nمo iria atingir a outro, além de você atiraria

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Aicha relatou que ouviu o Profeta (Deus o abençoe e lhe dê paz)

dizer: “Deus, Exaltado seja, me revelou que

àquele que empreender um

caminho na busca do conhecimento, Deus lhe facilitará, por isso, um

caminho para o Paraíso. De quem foram tirados os seus olhos certamente

Deus lhe concederá por isso o Paraíso.”

745

Al Irbadh Ibn Sلriya relatou que o Profeta (Deus o abençoe e lhe dê

paz), repetindo as palavras de Deus, disse: “Se Eu tirar os olhos de

Meu servo e ele for paciente por isso, nمo aceito uma recompensa a

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