O Profeta da Misericórdia Site

Liga do Mundo Islâmico - Organização Mundial para Apresentar e Apoiar o Mensageiro de Deus

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mohammad

Ele incentivava a prática comercial, dizendo: “O comerciante veraz e

honesto estará com os profetas, os verazes e os mártires.”704

 

O Imam Bukhári dedicou um capítulo sob o título: Capítulo de Sair

para o Comércio e as palavras de Deus, Exaltado seja: “

 

Dispersai-vos

pela terra e procurai as graças de Deus.” (62:10).

Segundo Ensaio: Sua Misericórdia

Para com os Escravos e os Servos

Sua misericórdia (Deus o abençoe e lhe dê paz) aos escravos aparece

mohammad

A missمo do Profeta (Deus o abençoe e lhe dê paz) era para libertaçمo

do ser humano, acabando com a escravidمo. Ele estabeleceu a

liberdade humana e a tornou uma das provas de honra do Criador ao

ser humano. Por isso, vimo-lo dar atençمo especial para a libertaçمo

dos escravos, eliminando as fontes da escravidمo, primeiro, e

incentivando os muçulmanos a libertarem seus escravos, à partir da

base de que quem libertar um escravo, Deus libertarل a cada um de

seus َrgمos do castigo do Fogo do Inferno.

705

mohammad

Apesar do empenho de Mohammad (Deus o abençoe e lhe dê paz)

para a libertaçمo dos escravos, hل alguns rancorosos que alegaram

que ele prescreveu a escravidمo!

Vamos deixar Lietner responder à acusaçمo. Disse:

“Vemos os ignorantes dos cristمos condenarem o Islam como se

tivesse prescrito a escravidمo, apesar de Mohammad (Deus o abençoe

e lhe dê paz) ter-se empenhado na libertaçمo dos escravos. Esse é o

mais sublime método para anular a acusaçمo.”

713

Da mesma forma, o escritor francês,

Vincent Montier714

mohammad

do Islam ao nيvel mundial. Todos os paيses e impérios, sem exceçمo,

praticavam a escravidمo e o trلfico humano. Por outro lado, eliminar

a escravidمo precisava de um acordo internacional geral, obrigando a

todos proibir a escravidمo ou o trلfico humano. ة sabido que a naçمo

islâmica, na época do Profeta (Deus o abençoe e lhe dê paz) nمo era

forte e ampla com poderes para proibir aqueles costumes.

Terceiro motivo: As pessoas eram novas no Islam.

Se o Estado estabelecesse uma lei proibindo a escravidمo, aconteceria

mohammad

Quem examina as orientaçُes do Profeta (Deus o abençoe e lhe dê

paz) verifica que estمo repletas de empenhos dele pela melhoria

da situaçمo dos escravos e fica sabendo, verdadeiramente, como

os escravos eram dignificados pelo Islam. Eis algumas orientaçُes

proféticas que vamos citar como exemplos:

 

Primeiro: Sua recomendação a respeito dos escravos e das escravas

As ْltimas palavras do Profeta (Deus o abençoe e lhe dê paz) no seu

leito de morte foi deixar a recomendaçمo a respeito dos escravos

mohammad

Ficava muito zangado quando alguém batia nos escravos ou os

machucava. Abu Mass’ud al Ansلri (que Deus o tenha em Sua glَria)

relatou que estava batendo num jovem escravo. Ouviu por trلs dele

uma voz dizendo: “Fique sabendo, َ Abu Mass’ud que Deus tem mais

poder sobre você de que você sobre o jovem!” Olhei e vi que era o

profeta (Deus o abençoe e lhe dê paz). Disse-lhe: “س Mensageiro de

Deus, ele estل livre pela causa de Deus!” Disse: “Se você nمo fizesse

isso, seria envolvido ou tocado pelo fogo.”722

mohammad

O Profeta (Deus o abençoe e lhe dê paz) era a pessoa mais gentil

e amلvel com os escravos. Anas (que Deus o tenha em Sua glَria)

relatou: “O Profeta (Deus o abençoe e lhe dê paz) era a pessoa mais

722 Sunan Abu Daoud, nº 4492. O Albáni o atestou em Sahih Sunan Abu Doud, nº 5159.

gentil. Por Deus, ele nمo rejeitava uma vasilha com لgua fria trazida

por um escravo ou escrava, nem por um garoto. Lavava o rosto e os

braços com ela. Ninguém lhe pedia algo sem que ele o ouvisse, sem

ir embora até que a pessoa vل. Nunca cumprimentou alguém com

mohammad

Salman, o persa, foi escravo durante algum tempo. Era escravo de

uma pessoa rica. Por isso, ele nمo participou de vلrias campanhas

com o Profeta (Deus o abençoe e lhe dê paz), como Badr e Uhud.

Ele foi ter com o Profeta (Deus o abençoe e lhe dê paz). Este lhe

aconselhou que pedisse a sua liberdade por escrito ao amo. Este

estipulou o seu preço em plantar trezentas tamareiras e quarenta

onças de ouro.

725  Enciclopédia Jurídica. Ministério dos Bens Religiosos e dos Assuntos Islâmicos de Kuwait. Capítulo: “Escravidão”.

mohammad

O Islam estabeleceu uma saيda para a libertaçمo dos escravos

prescrevendo uma regra: “A expiaçمo por agredir o escravo é a sua

libertaçمo.” Isso nمo existia na época pré-islâmica. Ele concedeu o

direito à liberdade ao escravo se o amo o agredir.

Abu Sلleh Zacwan, com base em Zazhan, disse: “Fui ter com Ibn

شmar, que havia libertado um escravo dele. Ele pegou do chمo um

graveto e disse: “A minha recompensa sobre ele equivale a isso... Ouvi

o Profeta (Deus o abençoe e lhe dê paz) dizer: ‘Quem golpear seu

mohammad

Zinbل Abu Rauh (que Deus o tenha em Sua glَria), um dos

companheiros do Profeta (Deus o abençoe e lhe dê paz), tinha um

escravo chamado Sandara Ibn Sandara. O amo o viu beijando uma

empregada. Ele cortou-lhe o membro e o nariz. O escravo foi ter com

o Profeta (Deus o abençoe e lhe dê paz) e lhe contou o ocorrido. O

Profeta (Deus o abençoe e lhe dê paz) perguntou a Zinbل: “O que o

levou a fazer aquilo?” Disse: “Fiz por isso e aquilo”, informando o que

ele fez com a empregada!

727 Sunan Abu Daoud, nº 4500.

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